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23 dezembro 2013

Top 10 / Doctor Who



Top 11º Sobre meu Seriado Favorito


Deveria ser um Top 10 de minha série favorita, mas como atualmente há 11 faces do ‘Doctor’ na série serão Top 11 sobre meu seriado favorito. 


11. O Fandom
Ao longo do tempo que venho me embrenhando no fandom de Doctor Who descobri que eles podem muito bem ser um dos mais produtivos e criativos fandoms desde sempre. Sempre fazendo projetos e sempre animados, e até agora não vi aquela típica arrogância ‘minha série é melhor que a sua’ que existem em muito fandoms, ao contrário, eles são produtivos fazendo vídeos, vlogs e até uma fã orquestra com a trilha Sonora de Doctor Who. Como não amar um fandom assim? Uma amostra desse incrível projeto de quando fãs se juntam para algo muito produtivo e encantador.  Youtube



10. Proms
Falando em trilha sonora. Doctor Who tem uma belíssima trilha sonora que é em sua grande maioria feita de música instrumental e daí surgiu a ideia de juntar a série para estimular crianças a aprender a amar a música lírica assim como qualquer outro estilo. Com isso temos os Proms que são eventos extremamente elaborados e primorosos feitos com uma orquestra real em um teatro como qualquer outra apresentação e exibidos pela TV. No Youtube tem diversos vídeos de partes do Prom e também alguns dele completo. Avisando que não estou legendados, mas o interesse é  na beleza da música que em si não tem palavras.





9. os Roteiristas – Doctor Who sempre foi e provavelmente sempre será uma série de vários roteiristas, mas dentro desse diversos roteiristas que já nos premiaram como sua genialidade temos rostos conhecido como Neil Gaiman, autor de Sandman, e Douglas Adams, que além de trabalhar corrigindo roteiros de Doctor Who também escrevia roteiros para a série e reza a lenda que um dos seus livros do Guia do Mochileiro das Galáxias foi feito em cima de um roteiro não aceito de Doctor Who.  E claro temos SHADA que será lançado ano que vem aqui no Brasil pela Suma das Letras, que nada mais é que um roteiro de Adams que foi adaptado em livro. Atualmente o roteirista chefe de Doctor é o genial e por vezes maligno, Steve Moffat. 




8. A história – Doctor Who é uma série que atualmente está em seus 50 anos, que aliás foi comemorado agora em novembro desse ano em um especial exibido para o mundo inteiro. E a série tem uma longa e maravilhosa história. Nos idos de 1963, começando com o que deveria ser uma série infantil de ficção cientifica que também teria o intuito de ensinar as crianças sobre ciências e histórias acabou se tornando um dos maiores sucessos e um ícone britânico tanto quanto os Beatles ou Sherlock Holmes. E apesar de que o seu começo tenha sido como uma série infantil o seu enredo é muito mais vasto e complexo do que isto. É considerada a série de ficção cientifica mais longa e bem sucedida pelo Guiness book assim como agora em Novembro ganhou outro record de como a maior transmissão simultânea da TV para um drama.
A série é atualmente dividida em 2 eras, o Classic Who (que falarei mais abaixo) que perdura de 1963 a 1989 quando a série entrou em um ‘hiatus’ que durou nada menos que 7 anos, voltando em 1996 em um filme para TV em parceria da FOX com BBC America, que foi até bem recebido no Reino Unido, mas não fez muito sucesso nos EUA. Eu culpo quem fez o roteiro.
E a segunda e atual era de Doctor Who, conhecida como o New Who que começou em 2005 quando foi anunciado a volta de Doctor Who com tudo novo, novo Doctor, nova companion, novo roteiristas. Acho que o mais legal (e acertado) da nova série é que mesmo tendo tudo novo eles não negam suas origens. Então mesmo que seja completamente possível ver a nova série sem ter visto sequer um episódio da série clássica, ninguém nunca vai negar os 42 anos de series anteriores, o Doctor vai encontrar antigos inimigos e vão dar uma explicação bem rápida, vão haver referências a antigos Doctors ou companions, quem não viu não vai entender.  E por causa desse respeito com a série clássica há um pequeno choque para alguns (amei desde o primeiro momento) quando se vê os vilões de Doctor Who. A primeira temporada da New Who para muitos é um desafio por causa de seus efeitos especiais. Mas tudo melhora mais a frente. 
Alguém pode se perguntar como uma série pode durar mais de 50 anos, pois então esta longevidade se dá graças ao fato que o Doctor, no momento de sua ‘morte’ pode encarnar em outra pessoa. Resultado: São até agora 12 atores que já interpretaram o Doctor, contando com o Peter Capaldi que fez sua primeira aparição no especial de 50 anos de Doctor Who, The Day of the Doctor. Então a série tem 50 anos e agora no dia 25 vai atingir a marca de 800 episódios.




7. Plot – é uma das coisas mais fascinantes da série porque independentemente de quem faz o roteiro e das diversas histórias até agora ele permanece. ‘O Doctor é um renegado Time Lord: um cientista excêntrico, altamente inteligente de um planeta distante. Ele viaja através do tempo e espaço na TARDIS, um dispositivo curioso, maior por dentro do que por fora, que foi projetado para alterar sua aparência para se adequar ao seu entorno. Infelizmente, a TARDIS do Doctor parece estar quebrada, e sempre aparece como uma cabine telefônica dos anos 50 britânica. O doutor tem um fraquinho para o planeta Terra, e costuma visitar lá, ou para salvá-lo de várias ameaças alienígenas ou para levar uns poucos escolhidos para partes distantes do Universo para ajudá-lo a lutar contra o mau lá.’



6. Classic Who – Como dito antes a série foi dividida em 2 eras para o melhor entendimentos dos incaltos. Eu adoro coisas antigas e acho que elas tem um encanto perdido atualmente então o Classic Who me fascina sempre. A série é muito longa, chegando a mais de 600 episódios só na era clássica.
A série nessa época não seguia o formato atual de episódios e nem era muito acreditada. Ela começou como uma aposta em que ninguém acreditava e o sucesso que fez pegou todo mundo de surpresa. 
No início da série, o William Hartnell tinha 56 anos, mas bem durante o sucesso da série ele ficou doente e impossibilitado de atuar. A BBC tinha a galinha dos ovos de ouros na mão e a perderia porque não poderia haver Doctor Who, sem o Doctor. Foi então que surgiu a ideia (genial e cruel, na minha opinião) de que quando um Time Lord (a espécie do Doctor) se aproximasse da morte ele se regeneraria e encarnaria em outro corpo, mas se lembrando de tudo, para a série não perder a continuidade. Então tudo mudava até mesmo sua personalidade, mas ainda era o Doctor. Desde então, na era clássica, houveram mais 7 Doctors. E uma curiosidade é que como é o mesmo personagem interpretado por atores diferentes acabados os numerando ou chamando pelos seus nomes mesmo, porque senão seria impossível saber de quem se está falando.
First Doctor – William Hartnell (1963-1966);
Second Doctor - Patrick Troughton (1966-1969);
Third Doctor - Jon Pertwee (1970-1974);
Fourth Doctor – Tom Baker (1974-1981);
Fifth Doctor – Peter Davison (1981-1984);
Sixth Doctor – Colin Baker (1984-1986);
Seventh - Sylvester McCoy (1986-1989 - 1996)
Eighth – Paul Mcgann (1996) 



5. New Who - Tanto quanto eu amo a série antiga, também adoro a nova era. E sempre terá um lugar muito especial em meu coração porque foi com ela que conheci essa série fantástica. Em 2005 estreou a nova era da série com um novo Doctor e um enredo bem mais complexo e pesado que antes. Durante o intervalo de tempo do filme e o início da nova era da série houve uma guerra gigantesca que quase destruiu o próprio universo, chamada de The Last great time war (a última grande guerra do tempo). Uma guerra entre o povo do Doctor e os Daleks (seus piores inimigos), esta guerra chegou a tal ponto em que o Doctor teve que fazer sua pior escolha: matar seu próprio povo com os Daleks junto ou deixar o universo inteiro ser destruído por onde quer que a guerra se alastraria. Feita a escolha, o Doctor teve que conviver com o que fez.
E é com esse homem que nós no deparamos, alguém destruído pela guerra e com tamanho peso em seus ombros e consciência, o peso de ter matado duas raças inteiras, incluindo seu próprio povo. O homem que quebrou uma promessa que ele tinha feito a si mesmo. 
Ao longo das temporadas vemos como isso o afeta, mas são apenas em momentos porque Doctor Who não é uma série muito pesada de se ver, complexa sim, por vezes emocionante e triste, mas não pesada. Você ri, chora e se encanta.
Um dos maiores acertos do antigo produtor da série, Russel T. Davies foi ir com calma explicando conceitos para a nova geração que não conhecia ou se interessava por Doctor Who antes. No que o filme de 1996 errou, ele acertou.
O Novo Who já tem 7 temporadas e estamos indo para a 8ª ano que vem. Nesse espaço de 7 temporadas houveram mais 3 Doctors e o War Doctor interpretado pelo John Hurt, e claro, esse ano no especial surgirá o novo Doctor. Lembrando sempre que a contagem continua então temos:
Nineth Doctor - Christopher Eccleston (2005)
Tenth Doctor – David Tennant (2005-2010)
Eleventh Doctor - Matt Smith (2010 - 2013)




4. Vilões – Quando a série voltou em 2005 o produtor executivo da série, na época, o Russel T. Davies declarou sua intenção de reintroduzir antigos ícones clássicos de Doctor Who, mas lentamente, um de cada vez para ninguém se embolar, mais uma vez, uma decisão acertada. A lista abaixo tirei da Wikipedia inglesa porque não me lembrava de cabeça todos os vilões reintroduzidos a série.
Os Autons com a consciência Nestene e Daleks na 1ª Temporada, Cybermens na 2ª Temporada, o Macra e o Master na 3ª Temporada, os Sontarans e Davros na 4ª Temporada, e os Time Lords (Rassilon) nos especiais de 2009-10. 
O sucessor de Russel T. Davies, Steven Moffat, continuou a tendência de reviver os Silurians na 5º Temporada, Cybermats na 6ª Temporada, e The Great Inteligence e Ice Warriors na 7ª Temporada, e os Zygons no Especial de 50º aniversário. Desde o seu retorno em 2005, a série também introduziu novos aliens: Slitheen (Raxacoricofallapatorian), OOD, Judoon, Weeping Angels e the Silence.



3. Companions – Falando no Doctor também tem de se falar de suas companions, na maioria, são mulheres, mesmo que de vez em quando algum homem caia de paraquedas na Tardis. Para ser sincera, prefiro as companions mais ativas, as que ajudam o Doctor e não apenas ficam paradas esperando serem salvas ou que acreditam na palavra do Doctor como se fosse a última verdade no tempo e espaço (regra nº1 – o doctor mente). 



2. A Tardis - A Tardis (Time And Relative Dimension in Space) não é apenas a nave em que o Doctor viaja atraves do tempo e espaço, ela é o símbolo de uma série em que não podemos no focar no rosto do ator principal porque ele muda. Em uma série que fala sobre mudanças, o alicerce de identificação da série é a Tardis, mas ela não é apenas uma nave. Ela algo que vivo que está sempre presente na vida do Doctor e seus companions. Sendo que ela própria já disse que leva o Doctor onde ele realmente precisa estar.




1. O ‘Doctor’ – O Doctor no singular, porque mesmo depois de 13 atores interpretado o mesmo personagem, no fim das contas é um único personagem com diferentes rostos e corpos. E sim, ele é a minha parte favorita da série. Não tenho um Doctor favorito e provavelmente jamais terei, porque no todo o que me encanta é o ser e a história por trás da série, não o rosto que leva o personagem, mesmo que através de todo esse tempo tenha havido atores maravilhosos interpretando o Doctor.





Kissia Souza

12 comentários:

  1. Não assisti essa série ainda, mais estou muito curiosa a respeito dela. Muita gente falando bem e isso me deixa ansiosa pra conhecer. Vou tentar ver. Beijos.

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  2. Gostei muito desse post. Eu assisto e amo Doctor Who. Eu não sabia esse tanto de coisa. Parabéns Kissia Souza.

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  3. Noossa super bacana!! Ainda não acompanho a serie! mas fiquei super interessada!!

    Gostei flor!!!

    Beijos!

    ♥Juh♥

    meudiariojk.blogspot.com.br

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  4. Oi Letícia,
    tudo bem?
    Que linda a sua postagem, adorei mesmo!!!
    Quanto a série eu não conhecia, mas fiquei super interessada e sua empolgação com a mesma é contagiante!!!
    beijinhos.
    Cila- leitora voraz
    http://cantinhoparaleitura.blogspot.com.br/

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  5. Oi Letícia!

    Já ouvi falar muito dessa série, mas nunca assisti. Adorei saber sobre seus famosos roteiristas e quem sabe isso não me anima. Sua empolgação com ela contagia e pelo que já de alguns outros fãs que conheço são todos apaixonados. Feliz Natal!

    Beijos

    http://poesiasprosasealgomais.blogspot.com.br/

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  6. Nossa, amei sua postagem, nunca tinha ouvido falar dessa série, parece bem legal rs

    Abraços

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  7. Oii tudo bem?
    Já ouvi falar bastante dessa série, mas nunca parei pra assistir
    Vou tentar dar uma conferida viiu

    Beijinhos
    http://lendocomaolly.blogspot.com

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  8. Oi,

    Não assisti a série ainda, e nem tinha ouvido falar, mas gostei muito do que você citou, 800 episódios não é brincadeira não.

    Mayla

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  9. Oie!

    Não acompanho essa série, :\

    Feliz Natal!

    Bj!

    http://meuhobbyliterario.blogspot.com.br/

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  10. Adorei a postagem! Lindaaaaa!
    Mas nunca tinha visto falar dessa série!
    Beijos

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  11. O que achei mais interessante foi a questão dos Proms para estimular que as crianças amem a música lírica!! Adorei essa iniciativa! *-*

    Beijo!

    Ju
    Entre Palcos e Livros

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  12. Menina eu amo séries, acompanho várias, mas essa nunca nem ouvi falar, sério mesmo.....em que mundo estou, um série que completa 50 anos e eu nunca vi nada sobre ela.
    Vou procurar o primeiro capítulo agora,

    Beijos.
    Leituras da Paty

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